BMW matou o melhor truque do X5. A desculpa deles? Braços médios.

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A morte da porta traseira dividida

Tudo começou em 1999 e termina agora.

Durante mais de duas décadas, o BMW X5 teve uma porta traseira rebatível. Um grampo. Enquanto outros fabricantes abandonaram o truque há muito tempo – veja o Land Cruiser – o X5 resistiu. Até esta semana.

O novo X5 de quinta geração chegou ao lançamento em Spartanburg. Todos falaram sobre os cinco grupos motopropulsores globais. Gasolina. Híbrido. Elétrico. Grandes manchetes. Mas a verdadeira história estava faltando hardware. A porta traseira dividida desapareceu.

Perguntei a Philip Koehn, diretor de carros de classe de luxo das marcas Luxury, BMW Alpina e Rolls-Royce do Grupo BMW, por que eles o mataram. Sua resposta pareceu fraca.

Ele culpou o feedback do cliente.

‘Qualquer pessoa comum com luta média no comprimento dos braços. A abertura inferior… uma pessoa de tamanho normal terá dificuldade para carregar ou descarregar o porta-malas.

Braços médios. Esse é o problema?

Não havia estatísticas. Sem dados concretos. Nenhuma porcentagem de clientes que acharam difícil. Apenas uma reivindicação. Enquanto isso, a mídia social conta uma história diferente. Os proprietários adoram a divisão. Eles mantêm isso. É funcional.

Aparência mais elegante ou redução de custos?

Koehn tentou novamente. Ele se voltou para o design.

Ele disse que o novo X5 tem uma linha de teto mais rápida. A parte superior da porta traseira desceu. Altura reduzida. Largura aumentada. Uma abertura maior, supostamente. Carregamento mais fácil? Talvez. Mas perder totalmente a dobradiça não se trata apenas de largura. É uma questão de simplicidade. Ou custo.

Quem sabe qual é?

O modelo 2027 chega aos revendedores no final de 2026. Você terá suas opções de trem de força. O iX5 elétrico pode se beneficiar de um back-end simplificado. Aerodinâmica melhorada? Talvez. Ou talvez seja mais barato fazer uma porta grande em vez de duas com dobradiças.

Suspeitamos que seja o último. Suspeitamos que a BMW está perseguindo o alcance e cortando despesas enquanto aponta o dedo para as “pessoas comuns”.

Já se foi. Menos um SUV com aquela configuração inteligente e útil. Sentimos falta disso. Você?